segunda-feira, junho 05, 2017

"O setor cultural precisa entender a necessidade de uma agenda comum, assim como acontece na educação", afirma Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural


O Instituto Itaú Cultural está celebrando seus 30 anos com a mostra “Modos de ver o Brasil”





Por Alê Barreto *
Uma pessoa que dissemina conhecimentos e atua em redes para promover mudanças



O caderno de Cultura do jornal O Globo do dia 02 de junho traz uma ótima entrevista com Eduardo Saron, Diretor do Instituto Itaú Cultural. 


"(...) nestes 32 anos de MinC, foram 20 ministros. Dá um ministro a cada 1,6 ano, sendo que, nesse tempo, a pasta deixou de existir pelo menos duas vezes: uma no governo Collor e no início do governo Temer. Fica difícil ter política cultural com essa alternância. Como se consegue desenhar uma política, implementar uma ação, ter um pensamento estratégico? Os dois ministros mais longevos foram o Francisco Weffort, que ficou 8 anos, durante o governo FHC, e o Gilberto Gil, que ficou 6 anos, durante o governo Lula.


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Alexandre Barreto é criador da marca e blog "Produtor Independente". Desde 2006 inspira artistas, produtores e empreendedores no Brasil. Administrador pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EAD/UFRGS) e MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes (RJ) e Associação Brasileira de Gestão Cultural. É autor dos livros Aprenda a Organizar um Show e Carreira Artística e Criativa Saiba mais


tags: Instituto Itaú Cultural, mostra Modos de Ver o Brasil, Itaú Cultural 30 anos, agenda de Estado para a Cultura Brasileira, Eduardo Saron

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